Archive for maio, 2009

domingo, maio 31st, 2009

Destaques da semana

sexta-feira, maio 29th, 2009

Quinta-feira, 28 de maio de 2009, nº 1.865

CNJ aprova Cadastro Nacional de Adolescentes em Conflito com a Lei

Na última terça-feira, 26, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou uma resolução que obriga os juízes das varas da Infância e da Juventude a fazerem uma inspeção mensal nas unidades de internação de adolescentes. A nova resolução também cria o Cadastro Nacional de Adolescentes em Conflito com a Lei. Dentro de seis meses, os órgãos e juízes terão acesso ao perfil e ao histórico dos adolescentes autores de ato infracional de todo o país. A juíza titular da Vara Infracional da Infância e da Adolescência de Belo Horizonte, Valéria da Silva Rodrigues, acredita que o cadastro unificado é um passo importante para um maior rigor na punição. “Poderemos saber qu! antos adolescentes estão cumprindo medidas e diagnosticar uma série de problemas a partir da coleta de informações”, afirma Valéria. Dos casos que passam pelo Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional de Belo Horizonte (CIA), 50% estão ligados ao tráfico de drogas e apenas 1% está relacionado a crimes contra a vida.
Superlotação - A superlotação nas unidades destinadas aos adolescentes infratores ainda é um desafio na capital mineira. Segundo Valéria Rodrigues, os adolescentes chegam a ficar até quatro meses no Centro de Internação Provisório Dom Bosco esperando uma vaga em unidades com atividades de ressocialização. (O Tempo, p.29 - Eugênio Martins, 28/05/2009)

Pesquisa aponta que 20,3% dos professores não poderiam dar aulas

Segundo estudo que será lançado hoje, 28, pelo Ministério da Educação (MEC), um em cada cinco professores de educação básica (20,3%) não po! deria dar aulas. Dos 1,8 milhão de profissionais, 119 mil são leigos, cursaram no máximo até o ensino médio; 127 mil docentes têm diploma de nível superior mas sem curso de licenciatura, exigido para o magistério; e 136 mil professores possuem apenas o curso de normal ou magistério e não poderiam dar aulas para alunos de 5ª a 8ª série do ensino fundamental ou para o ensino médio, como fazem. O “Estudo Exploratório sobre o Professor Brasileiro”, desenvolvido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), analisa dados do Censo Escolar de 2007. O Governo Federal anuncia, também hoje, um pacote de novidades para os professores de todo o país. Uma dessas propostas é o projeto de lei que torna obrigatória a formação de nível superior para todos os professores da educação básica. (Estado de Minas, p.16 e 23 - Glória Tupinambás, 28/05/2009)

Mortalidade materna ainda é um desafio

No Dia Nacional pela Redução da Mortalidade Materna, comemorado hoje, 28, p! rofissionais e autoridades públicas de saúde discutem como evitar mortes de mães em decorrência de complicações na gravidez. Segundo dados oficiais, 75 mulheres morrem no Brasil a cada 100 mil nascidos vivos, índice considerado alto pela Organização Mundial de Saúde (OMS). De acordo com o presidente da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Frederico Peret, o índice no país segue praticamente inalterado nas duas últimas décadas. Frederico afirma que cerca de 80% das mortes poderiam ser evitadas. “O pré-natal é fundamental, mas não é só isso. O planejamento familiar, bem como a gravidez, pode ajudar a minimizar os riscos. É preciso investir na educação reprodutiva”, aponta. As principais causas da mortalidade materna são hipertensão na gravidez, infecção ou hemorragia e doenças crônicas como edema pulmonar e problemas cardíacos. (O Tempo, p.28 - Giselle Araujo; Estado de Minas, p.11 - Frederico Peret, 28/05/2009)

Filme aborda turismo sexual

O tráfico de mulheres, racismo e a exploração de crianças e adolescentes são destaques no filme “Cinderela, Lobos e um Príncipe Encantado”, do diretor Joel Zito Araújo, que está em cartaz no Usina Unibanco de Cinema, em Belo Horizonte. De acordo com o diretor, “o grande autor desse conto da carochinha é a própria sociedade, que aderiu ao consumismo desenfreado e à venda da imagem de um Brasil de mulheres fogosas e submissas”. A questão do negro, sempre presente nos filmes de Joel Zito Araújo, também aparece na produção. “O racismo é um dos grandes problemas da sociedade brasileira, mas fomos criados para negar esse aspecto. Por conta do nosso passado colonial, quando os senhores de engenho eram iniciados sexualmente com escravas e os filhos delas”, destaca o diretor. (Hoje em Dia, p. 1 e 2 - Paulo Henrique Silva, 28/05/09)

Deputado Fahim Sawan visita o Grupo Vhiver

quinta-feira, maio 28th, 2009

 

O Grupo VHIVER é hoje uma das mais importantes ONG AIDS do Brasil. Sendo reconhecido internacionalmente por organizações como a UNICEF e a UNAIDS (ONU para AIDS) como uma instituição de referência no combate ao HIV. Em 2008, o catálogo HIV & AIDS Services Worldwide incluiu o Grupo VHIVER na lista das organizações chave para o combate da epidemia de AIDS no Brasil, reafirmando a relevância das iniciativas desenvolvidas pela casa na luta contra o vírus e no amparo às pessoas que vivem com HIV.

O Grupo VHIVER surgiu em 1992, inicialmente com o intuito de criar um espaço de convivência e troca de experiência entre soropositivos. Com o passar do tempo o VHIVER ampliou seu espectro de atuação. Hoje, atendem em média 16 mil pessoas por ano, oferecendo apoio psicológico, nutricional, social e jurídico a um número sempre crescente de usuários.

Num mundo marcado estigma e pelo preconceito contra os portadores do vírus, o grupo VHIVER busca oferecer amparo integral a seus usuários, combatendo os malefícios do HIV em seus aspectos físicos, morais e sociais. O intuito é promover a qualidade de vida daqueles que os procuram, ofertando-lhes amparo emocional e novas possibilidades de inserção social.    

De 1992 para cá, o Grupo VHIVER conquistou um respaldo público cada vez maior. Em virtude do reconhecimento conferido por instituições nacionais e internacionais consolidou-se como referência no combate ao HIV e a seus efeitos sobre a saúde e auto-estima da população atingida. O trabalho pioneiro desenvolvido pelo Grupo distingue-o como instituição de destaque no enfrentamento vírus e  certifica-o como entidade de utilidade pública reconhecida pelo governo federal.

Fahim sentou junto com o presidente Valdecir para juntos elaborarem uma política de enfrentamento a AIDS, que seja viavel e eficaz.

 


 

Deputado Fahim Sawan com equipe do Grupo Vhiver 

 

 

Usuários do Grupo Vhiver em momento de atividades

Conheça o site do Grupo Vhiver, clique aqui.

Quase metade dos fumantes pensa em deixar vício por advertência

quinta-feira, maio 28th, 2009
Estudo divulgado ontem pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostra que quase metade dos fumantes no Brasil (48,2%) se sentiu propensa a deixar de fumar por causa das advertências visuais nos maços de cigarro. O levantamento revela, também, que 39% dos fumantes disseram que as imagens nas embalagens impediram que eles pegassem um cigarro quando estavam prestes a fumar.
 
Os dados são parciais e constam de pesquisa que está sendo realizada em 21 países pelo The International Tobacco Control Policy Evaluation Project (ITC). No Brasil, o estudo está sendo feito nas cidades do Rio de Janeiro, de São Paulo e Porto Alegre, onde serão entrevistadas 1,8 mil pessoas, entre fumantes e não fumantes. Do total, 700 já foram ouvidas na primeira fase da pesquisa.
 
As advertências nos maços de cigarro trazem imagens e frases que mostram o impacto do cigarro na saúde. Elas foram adotadas no Brasil em 2002, por determinação do Ministério da Saúde.

Saúde alerta sobre riscos da automedicação

quarta-feira, maio 27th, 2009
Muita gente, quando tem um resfriado ou dores de cabeça, recorre à velha caixa de remédios, buscando com isso um alívio. Este hábito, tão corriqueiro, pode trazer vários problemas. Afinal, o uso sem prescrição médica é um dos grandes fatores para a ocorrência de intoxicação por medicamentos. Os números registrados no Sinan – Sistema de Informação de Agravos de Notificação – reforçam a necessidade de alerta. Em Minas, somente neste ano, até 22 de maio, já foram notificados 896 casos de intoxicação relacionados a medicamentos, com 679 confirmações. Em 2008, foram 1.268 casos confirmados e, em 2007, 851 casos.De acordo com a farmacêutica do Núcleo de Assessoria Técnica da Secretaria de Estado de Saúde (NAT/SES), Priscila Oliveira Fagundes, a falta de informação é um fator que ajuda a explicar os números. “As pessoas devem procurar o médico e também o farmacêutico no momento da dispensação dos medicamentos para tirar as dúvidas”, afirma.

 

Propagandas que associam os remédios a sabores de frutas, produtos naturais e  efeitos milagrosos também levam o paciente à má utilização ou até mesmo à administração de um  medicamento sem necessidade. “O paciente decide por si mesmo tomar medicamentos, induzido por peças publicitárias. Além disso, o acesso é muito fácil, pois muitos medicamentos são adquiridos sem receita”.

Remédios  para o tratamento de ansiedade, antidepressivos, analgésicos e antiflamatórios são os responsáveis pela maioria das causas de intoxicação, que tem como efeitos convulsão, sonolência, vômitos, danos hepáticos, irritações na pele e até mesmo a morte. “As pessoas devem desconfiar de efeitos rápidos. Medicamentos não fazem milagres”, opinou.

Riscos

Um dos perigos apontados pela farmacêutica no uso de medicamentos sem orientação do médico é exatamente a busca por minimizar os sintomas. “Os remédios mascaram estes sinais, o que pode dificultar diagnósticos futuros. Muitas vezes uma dor de cabeça é só a ponta do ‘iceberg’ de algo mais grave”, comparou.

Outra prática que deve ser evitada é o abandono ao tratamento. É comum, após uma melhora do quadro clínico, a interrupção do uso dos medicamentos. “No caso de antibióticos, por exemplo, a falta de continuidade permite que as bactérias resistam aos medicamentos, o que torna o tratamento mais complicado, uma vez que é necessário aumentar as doses”.

Até mesmo o uso de plantas, consagradas pelo uso popular, merecem atenção. Os fitoterápicos, como chás, podem conter substâncias que ingeridas em excesso podem trazer problemas. “Temos o confrei, usado para combater dores gastro-intestinais. O uso indiscriminado pode provocar problemas no fígado. A combinação de medicamentos com plantas medicinais também requer cuidado. Por exemplo, a varfarina, um anticoagulante, combinada com boldo e camomila pode acentuar o sangramento”, revela Priscila.

O uso simultâneo de álcool e medicamentos deve ser evitado, uma vez que ele pode inibir ou aumentar a ação de alguma substância. “Se combinado com antidepressivos, pode haver aumento do efeito sedativo. De qualquer forma o uso conjunto é grave e pode tanto prejudicar o tratamento como levar à intoxicação”.

Faixa etária

Mulheres grávidas ou em fase de aleitamento, crianças e idosos são os públicos mais suscetíveis à intoxicação por medicamentos. Priscila Fagundes esclarece que isso pode ocorrer por diversos fatores. “As crianças não devem ter remédios ao seu alcance. A atenção deve ser reforçada porque muitos medicamentos voltados para elas têm sabor doce. Os pais também, na tentativa de fazê-las tomar o remédio, incentivam essa associação. Com isso, as crianças podem acabar ingerindo medicamentos sem necessidade se estiverem com acesso facilitado”.

Os idosos devem ficar atentos à combinação de remédios, algo comum nesta faixa etária. Já as mulheres grávidas ou que estão amamentando precisam sempre procurar orientação médica, pois podem transmitir substâncias para o feto ou por meio do leite, gerando problemas.

Superdosagem 

A utilização de uma dose maior que a segura de um medicamento pode levar o paciente a uma intoxicação, “Nem sempre a superdosagem causa intoxicação, tudo depende do organismo do paciente. Da mesma maneira que uma pequena dosagem de um medicamento, bastando ela não ser segura,  pode também causar intoxicação, dependendo da sua composição”, afirmou.

Atenção com a Bula

A bula do medicamento tem a função de informar o paciente sobre o remédio, porém muitas vezes as informações nela contidas não são completas ou possuem uma linguagem complicada. “Os procedimentos que o paciente deve tomar no caso de superdosagem de um medicamento é fator primordial em uma bula, podendo até mesmo evitar uma possível intoxicação”, finalizou Priscila Fagundes.

Dicas para que os pacientes evitem a intoxicação por medicamentos

· Manter os medicamentos em locais seguros e trancados, fora do alcance das crianças. Geladeiras e banheiros não são locais adequados para o armazenamento;· Atenção com os medicamentos de embalagens parecidas, erros de uso podem causar a intoxicação. Armazenar os remédios em suas embalagens originais;

· Ingerir apenas medicamentos, que estejam no prazo de validade. Medicamentos fora do prazo não terão efeito ou poderão causar algum mal, até mesmo uma intoxicação. Também evitar uso de remédios com características alteradas, como cor e comprimidos lascados;

· Tomar medicamentos apenas quando necessário; seguir as doses e horários recomendados;

· Não solicitar indicação de balconistas de farmácias quanto ao uso de medicamentos, em caso de dúvidas procurar o farmacêutico, responsável técnico pelas farmácias e drogarias;

· Relatar ao médico alergias e efeitos colaterais provocados pelo uso de medicamentos;

· Nunca fazer uso simultâneo de álcool e remédios;

· Não aceitar substituições de medicamentos feitas por balconistas;

· Não estimular crianças a ingerir remédios através de frases como “é gostoso, tem sabor de morango”.

· E, principalmente, evitar a automedicação.

Fonte: SES-MG

Crianças que comem ‘fast food’ têm notas piores, indica estudo

terça-feira, maio 26th, 2009

Crianças que comem “fast food” - incluindo sanduíches, batatas fritas e pizzas - mais de três vezes por semana têm piores notas em testes de alfabetização, segundo pesquisadores da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos.

Em pesquisa com mais de 5.500 crianças da escola primária, com idades entre dez e 11 anos, os especialistas notaram que aquelas que reportavam o consumo de hambúrgueres e outros tipos de “fast food” mais de três vezes semanais pontuaram até 16% pior em testes de leitura e matemática. Isso ocorria independentemente de renda dos pais, raça e peso. “É possível que os tipos de comida servidos em restaurantes ‘fast food’ causem dificuldades cognitivas que resultem em menores pontuações nos testes”, disse a pesquisadora Kerri Tobin. Porém outra explicação possível seria a tendência de o consumo desse tipo de alimento decorrer das piores notas, e não o contrário - com a ingestão de “fast food” resultando em piores pontuações.

Os pesquisadores destacam que os resultados são significativos, principalmente em um contexto de crescimento das taxas de obesidade infantil. Algumas escolas do Reino Unido e Estados Unidos já implementam medidas para reduzir o problema, como proibir a saída dos alunos na hora do lanche e almoço, e oferecer um cardápio mais variado, sem “fast food”, em suas cantinas.

Fonte: Portal O Tempo

Hoje é Dia do Orgulho Nerd

segunda-feira, maio 25th, 2009

Já diz a piada que existem 10 tipos de pessoas no mundo: aquelas que entendem linguagem binária e aquelas que não podem ser consideradas nerds – ou geeks. Seja culpa da “evolução da sociedade”, da “explosão da internet” ou de qualquer outra expressão questionável, o fato é que os nerds se livraram dos estereótipos que os condenavam em filmes adolescentes da década de 80.

Eles têm vida social, saem para se divertir, têm amigos (nerds ou não), sabem se comunicar e, no quesito tecnologia, estão passos adiante de boa parcela da população. Dominam redes sociais, montam seus próprios computadores (consertam os de amigos e familiares), derrubam o mundo com um smartphone em mãos e criam blogs e podcasts quando querem. Como diz aquela frase, erroneamente atribuída a Bill Gates: “Seja gentil com os nerds – você pode acabar trabalhando para um deles”.

Mariana, Gabriela e Viviane são nerds e geeks assumidas. Jogam videogame, colecionam quadrinhos e falam sobre cinema e literatura com a naturalidade de que se sente à vontade com o rótulo que um dia foi pejorativo. Elas conversaram com o site G1 sobre como é ser nerd ou geek, em tempos de Twitter, Facebook e videogames. 

Convertendo o namorado

“Fui salva pela Tectoy. Ela lançou o Master System rosa!”, comemora Mariana Amaro, 20 anos, estudante de jornalismo e uma dos seis filhos da família de Porto Alegre. Ela conta que sempre gostou de videogames, mas sua mãe achava que era “coisa de menino”. “Queriam que eu brincasse de Barbie e de casinha”. O Master System “personalizado” foi sua salvação.   

“Minha mãe não teve como dizer não. Mas quem me deu o videogame foi minha tia. Eu jogava ‘Monica no castelo do dragão’, ‘Pyscho fox’, ‘Sonic’ e outros. Mas sempre com meus amigos – nenhuma guria jogava game quando eu tinha essa idade”, conta.

Hoje Mariana tem professores geeks, compartilha games com o namorado (que converteu depois de algum esforço), compra edição de colecionador de games “blockbusters” (“Fallout 3”) e tem um blog sobre games com outras três garotas. “Estou me especializando em games”, conta. Está sempre on-line, seja no PC ou no Xbox 360.

Ela é uma das integrantes do blog “Warpgirls”, que provoca já na apresentação: “Garotas que jogam videogame são raras? São nerds? São geeks? São estranhas? São alienígenas? São zumbis alienígenas, estranhamente nerds, geeks e raras?” O blog foi formado através de um concurso de um blog maior, o Warpzona, e desde então vem dando certo para as garotas. 

“Só nos falamos on-line”, diz Mariana. “Há uma semana conheci uma das meninas ao vivo, foi demais. São amigas verdadeiras que a internet me trouxe”. Mariana diz que hoje ser nerd, ou geek, deixou de ser motivo de exclusão. “Hoje em dia ser conectado ao mundo, saber muito de coisas geeks – que virou cultura pop – é cool. Geek é cool”. 

Montanha de quadrinhos

“Quarenta horas por semana trabalhando com mangás, entre atividades de revisão e diagramação”. No final de semana, Xbox 360 com o namorado – de “Resident evil 5” a “Gears of war”. Gabriela Kato, 22 anos, é assistente editorial, cursa editoração e ainda se considera novata no mundo dos jogos de tiro. Usa Twitter, mas não tem blog, nem muito tempo para correr atrás desses outros interesses. 

“Gosto de ler sobre alguns produtos curiosos na área de tecnologia, mas não acompanho todas as novidades”, explica. Ela tem notebook, iPod nano, celular “simplezinho” e, para trabalhar, um tablet e um scanner.

Para ela, as redes sociais aproximam as pessoas, e os “nerds” não são tão distantes como a sociedade gosta de acreditar. “Conheço muitos que não só têm amigos e se relacionam socialmente sem problemas, como têm mais amigos e contatos do que muitas pessoas consideradas ‘normais’”.

Gabriela lê seus livros, “mais para estudo do que lazer”, organiza a coleção de quadrinhos, pergunta no Twitter se o enredo de “Gears of war” faz algum sentido e encerra: “Se há comemorações para mulheres, orgulho gay, consciência negra, por que não uma para o orgulho nerd?”. 

Geek, com orgulho

Viviane conheceu o namorado em um jogo de RPG, e com ele compartilha a maior parte dos interesses. Aos 30 anos, ela é bacharel em direito e interpretação teatral. Lê J.R.R. Tolkien, joga “World of warcraft” e se considera “geek, com orgulho”.

“Sou uma pessoa com muitos amigos e costumo me encontrar com eles sempre que posso. E quando não dá para ser pessoalmente, principalmente durante a semana, há como manter contato pela internet e afins”, explica.

 

Viviane cumpre as tarefas rotineiras do dia-a-dia e, nas horas livres, gosta de ler quadrinhos e livros de fantasia e jogar jogos de computador “dos mais variados”. Ela também assiste a séries de TV, mas diz que “a coisa nerd que mais adora” é jogar RPG. “Sempre que posso tento achar um espaço na minha rotina para participar de uma roda, mesmo durante a semana, nem que seja à noite”. 

Foi em um desses jogos que Viviane conheceu o namorado, que compartilha a maioria de seus gostos. Ela não tem fascínio pelas novas tecnologias, “se o celular receber ligações, para mim já está legal”, mas diz que não vive sem computador. 

O namoro não tem obstáculos. “A relação é ótima. Um não enche o outro quando vai fazer suas ‘coisas nerds’. Como gostamos das mesmas coisas, não há sacrifício algum em ter de ir junto. Pelo contrário, é um prazer”. 

Fonte: G1

Nesta sexta-feira é comemorado o Dia Nacional da Adoção

sexta-feira, maio 22nd, 2009

Esta sexta-feira (22) é o Dia Nacional da Adoção e o assunto será o tema de uma palestra hoje à noite em Uberaba, com o juiz da Vara da Infância, Nicolau Lupanhes Neto. A palestra será às 19h, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), na Rua Lauro Borges, em frente ao Fórum Melo Viana.
E no próximo domingo (24), o Grupo de Apoio à Adoção de Uberaba (GRAAU) realiza uma corrida e caminhada de cinco quilômetros. A largada será na Praça Pôr do Sol, na Avenida Nenê Sabino, a partir das 8h. Para quem vai correr a taxa é de R$10. Já para a caminhada não há custos. Informações e inscrições pelo telefone (34) 3077-1907.

 

Quem pode adotar

Adultos com mais de 21 anos, independentemente do estado civil, pode ser solteiro, casado, divorciado, ou viver em concubinato. Na hipótese de ser casado ou viver em uma relação de concubinato, a adoção deve ser solicitada por ambos, que participarão juntos de todas as etapas do processo adotivo. Será feita avaliação de estabilidade da união.

Qualquer pessoa que seja pelo menos 16 anos mais velha que a criança a quem pretende adotar.

Quem não pode adotar

Menores de 18 anos. Os avós ou irmãos da criança pretendida. Nesse caso, cabe um pedido de guarda ou tutela, que deverá ser ajuizado na Vara de Família da cidade onde residem. O tutor não pode adotar tutelado.

Quem pode ser adotado

Crianças e adolescentes com até 18 anos a partir da data do pedido de adoção, órfãos de pais falecidos ou desconhecidos. Crianças e adolescentes cujos pais tenham perdido o pátrio poder ou concordarem com a adoção de seu filho.

Maiores de 18 anos também podem ser adotados. De acordo com o novo Código Civil, a adoção depende de sentença de juiz.

Crianças e adolescentes com 16 anos a menos que o adotante.

Só podem ser colocados para adoção as crianças e adolescentes que já tiveram todos os recursos esgotados no sentido de mantê-los no convívio com a família de origem.

Documentação necessária

RG e comprovante de residência;
Cópia autenticada da certidão de casamento ou nascimento;
Carteira de Identidade e CPF dos requerentes;
Cópia do comprovante de renda mensal;
Atestado de sanidade física e mental;
Atestado de idoneidade moral assinado por duas testemunhas, com firma reconhecida;
Atestado de antecedentes criminais.

No Brasil, 190 homossexuais foram assassinados em 2008, segundo GGB

sexta-feira, maio 22nd, 2009

O número de assassinatos de homossexuais aumentou 55% em 2008 em relação à 2007, é o que revela a pesquisa anual sobre crimes com motivação homofobica divulgada em abril, pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), a mais antiga entidade do gênero, considerada de utilidade pública do país.

Foram 190 homossexuais mortos no ano passado, uma média de um assassinato a cada dois dias. Desse total, o GGB identificou entre as vítimas 64% gays, 32% travestis e 4% lésbicas. O estado que lidera a estatística é Pernambuco com 27 assassinatos em 2008, seguido da Bahia com 25, São Paulo com 18 e Rio de Janeiro com 12. Os números continuam crescendo: em 2009, já foram documentados 48 homossexuais assassinados.

Além disso Sergipe é considerado o estado que ofereceu “maior risco de morte para travestis e gays em termos relativos, pois contando com aproximadamente 2 milhões de habitantes, registrou 11 homicídios, enquanto Minas Gerais, dez vezes mais populoso (20 milhões), teve 8 gays assassinados”, assinala o relatório.  

O Nordeste continua sendo a região mais homofóbica. Conforme a pesquisa, abriga 30% da população brasileira e registrou 48% dos homossexuais assassinados. No Sudeste/Sul ocorreram 28% dos casos, seguido do Centro Oeste com 14% e Norte com 10% dos homicídios. De acordo com o GGB, o risco de um homossexual nordestino ser a próxima vítima é 84% mais elevado do que no sul/sudeste.

O levantamento revelou ainda que 13% das vítimas tinham menos de 21 anos de idade e entre os mortos estão “travestis profissionais do sexo, cabeleireiros, professores e ambulantes”. Os gays são mais frequentemente assassinados dentro da própria casa, geralmente a facadas ou estrangulados. Já os travestis são executadas na rua, a tiros. O perfil dos criminosos é descrito da seguinte forma pelo relatório: “80% são desconhecidos, predominando garotos de programa, vigilantes noturnos, 65% menores de 21 anos”.

Conforme o GGB, o Brasil foi o campeão mundial de crimes homofóbicos no ano passado com os 190 homicídios, seguido do México com 35 e Estados Unidos com 25.

Fonte: Portal G

Quase 28% dos jovens ainda não tomaram vacina contra a hepatite B

sexta-feira, maio 22nd, 2009

Entre a faixa etária dos 15 aos 19 anos o índice de não imunizados é ainda maior: quase 40%

Muitos adolescentes não estão tratando a saúde com a atenção que ela merece. Prova disso são os baixos  índices de imunização contra a hepatite B.

De acordo com a Secretaria de Saúde de Minas Gerais, entre os jovens de 11 a 14 anos, quase 28% ainda não tomaram a vacina contra a hepatite B. Entre a faixa etária dos 15 aos 19 anos o índice de não imunizados é ainda maior: quase 40%.

Para mudar a estatística, o que era aula teórica se transformou em prática numa escola em Uberaba com uma campanha de vacinação. O estudante Felipe Silva foi o porta voz para sensibilizar os colegas sobre a importância da imunização. Descobriu no fim do ano passado que tinha hepatite. Ficou cinco dias internados e meses sem poder fazer algumas atividades simples como se exercitar. História que poderia ser diferente se tivesse se precavido.

A atitude sensibilizou também os adultos que aproveitaram para colocar o cartão de vacinação em dia. O cartão da estudante Rita Oliveira é um bom exemplo. Nele estão registradas todas as vacinas que tomou em 18 anos. Os cuidados durante a infância continuam na adolescência.

Fonte: Megaminas