Palestra na Escola Estadual Professor Luiz Antônio Corrêa de Oliveira

Ontem, dia 02-06-09, o Deputado Fahim Sawan (PSDB) fez palestra novamente em Araxá, desta vez a pedido da diretora da Escola, Edna de Fátima Resende Campos, que recebeu muito bem o deputado e o agradeceu pela conquista de manter dois professores no Laboratório da Escola.

 A Escola Estadual Professor Luiz Antônio Corrêa de Oliveira é destaque não só em Minas, mas também no Brasil. Ela está entre as seis melhores do país em gestão escolar.

Confiram as fotos da palestra que ampliou os conhecimentos de mais de 100 alunos da Escola Polivalente, como também é chamada, da cidade de Araxá. “Foi à melhor palestra que eu vi na minha vida, é muito boa, vale a pena assistir”, comentou uma das alunas da escola.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Desaparecidos

 Muitos brasileiros e, entre eles, muitos mineiros, estão, nesse momento, vivendo um grande drama pessoal. O drama de ter um ente querido que desapareceu sem deixar vestígios e do qual esperam uma notícia, um telefonema, uma carta.

Nesses momentos de sofrimento, centenas de pessoas – filhos, pais, mães - se sentem impotentes, se sentem sozinhas.

Existe um site que tem uma finalidade: a de ajudar essas famílias mineiras a encontrar os seus parentes desaparecidos: Clique aqui e conheça!

Mulheres sofrem com transtorno alimentar

O Fantástico, programa da Rede Globo, exibiu no domingo, 28, o novo quadro que apresenta os dilemas no dia-a-dia das mulheres. No primeiro episódio, o Liga das Mulheres trouxe o caso de Lucilene Santos, uma jovem de 23 anos que engordou ao ficar grávida da filha, hoje com um ano e seis meses. Com a autoestima baixa e insatisfeita com a própria aparência, sua rotina em casa é comer o dia todo, e de forma desregrada. Esse é um drama muito mais comum do que se imagina e faz parte do grupo dos que sofrem de transtornos alimentares, entre eles a bulimia.
Segundo a psicóloga Alessandra Carvalho Abrahão Sallum, pesquisas têm mostrado que em torno de 3% a 7% das jovens no mundo têm bulimia. “Se observar bem, é muito. E se pensarmos em episódios de bulimia, não a doença instalada, 40% das universitárias já os tiveram. Elas acabam em algum momento da vida induzindo vômito ou tomando algum remédio para manter o peso”.
 
Para ela, a bulimia pode ser diagnosticada pela ocorrência de compulsão alimentar em pelo menos dois episódios por semana, durante três meses. “Ingerir grande quantidade de comida num período curto de pelo menos duas horas e que pode ou não ser seguida de vômito, de grande sensação de culpa ou de autopunição”. Sinais estes que podem ser identificados por familiares e amigos, acelerando o processo de diagnóstico que encaminhe o doente ao atendimento adequado. “É comum as pessoas que sofrem da doença esconderem sua situação. Então, por conta de um afastamento social, alguém que chama atenção ou algum problema médico desencadeado pela doença, a pessoa acaba procurando atendimento, o que facilita o tratamento”, explica Alessandra Carvalho. Entre os sinais mais evidentes, segundo a psicóloga, estão o hábito de comer sem parar, algumas vezes escondido; trancar-se no banheiro, pode ser que esteja vomitando, em casa; a entrada de medicamentos de natureza purgativa (laxantes e diuréticos); passar muito tempo na academia, com excesso de exercícios; praticar dietas severas ou mesmo jejum.
 
“Prestar atenção a sintomas depressivos é importante, porque de 20% a 70% das pessoas com bulimia têm depressão. É uma doença associada. Uma pessoa triste, que não come direito ou esteja fragilizada, precisa de ser acompanhada. Outra dica é fazer exames médicos frequentes, porque um profissional vai perceber uma desidratação, um desarranjo de minerais e vitaminas, uma possível anemia, uma esofagite, que aparecem em casos mais prolongados de bulimia”, destaca Alessandra.
Além disso, a psicóloga alerta para os casos de pessoas que tomam a atitude, mesmo não frequente, em épocas do ano, buscando acelerar a perda de peso. Para a especialista em transtornos alimentares, isso é uma porta aberta, que aumenta as chances de desenvolvimento da doença. “A pessoa que cria o hábito de tomar laxante ou um diurético para sair bonitinha no carnaval ou no réveillon pode ser que, num momento de fragilidade emocional, a mente recorra a esse recurso, que já é usual”.
Fonte: JM Online

Segunda-feira, 29 de junho de 2009, nº 1.885

Sistema de justiça não está preparado para lidar com a alienação parental

A síndrome da alienação parental - quando um dos pais, durante o processo de separação, procura afastar o filho do outro genitor, desgastando intencionalmente a imagem do ex-companheiro(a) - não é tratada como deveri! a por quem tem poder para minimizar os danos. Enquanto em outros tribunais do Sudeste e Sul do país proliferam decisões sobre a guarda de crianças com base em laudos que constatam a prática, no Tribunal de Minas Gerais há registro de apenas uma decisão nesse sentido, publicada na última semana. “Lamento, mas tenho que dizer que o despreparo em Minas é total. As pessoas ainda estão começando a ouvir falar sobre o assunto e refletir. São Paulo e Rio de Janeiro já realizaram dezenas de encontros multidisciplinares sobre o tema e o Rio Grande do Sul é pioneiro no assunto. Por aqui, não há históricos de decisões nesse sentido”, afirma a promotora da Vara de Família, Raquel Pacheco. “Temos o dever de estancar a sangria de ódio que envolve uma separação malconduzida. A criança não pode ser prejudicada”, defende a promotora.
Registro - O assunto virou tema de um documentário produzido pelo cineasta Alan Mineiro. No filme, intitulado A morte inventada, quatro adultos relatam as experiências que foram vítimas da síndrome durante a infância. “Ouvir pais se queixando não seria tão importante quanto o discurso de quem passou por isso, processou que era manipulado e ainda sente uma culpa enorme por ter sido usado contra o próprio pai ou mãe”. Para diminuir a incidência desse problema, um projeto de lei do deputado Régis de Oliveira (PSC-SP), que tramita na Câmara dos Deputados, sugere a criação de uma equipe multidisciplinar para ouvir familiares, testemunhas e a própria criança ou adolescente, após denuncia de alienação parental. Se comprovada a síndrome, a pena máxima seria a perda da guarda pelo responsável. (Estado de Minas, p. 27 - Thiago Herdy, 28/06/09)

Creches fecham as portas por falta de apoio da prefeitura

A redução dos repasses da prefeitura de Uberaba, no Triângulo Mineiro, às instituições comunitárias da cidade levou a creche Vovó Adelina a encerrar suas atividades hoje, 29. Está previsto para o dia 16 de julho o fechamento de outra instituição: a creche Maria Rosa Oliveira. Juntas, as duas creches atendem cerca de 230 crianças. No início do ano, a prefeitura realizou um corte de 10% da verba que é repassada às creches comunitárias. A atitude foi justificada pela situação de crise em que se encontravam os cofres públicos. Na Creche Vovó Adelina, por exemplo, co! m o corte a verba repassada caiu de R$ 15 mil para R$ 10 mil, insufici ente para desenvolver os trabalhos necessários. Segundo o secretário municipal de Educação, Marcus Juliano Bordon, assim que foi tomada a decisão de diminuir o valor do repasse, todas as 25 creches comunitárias da cidade foram comunicadas e assinaram a proposta. (Jornal da Manhã, p. 5 - Fernando Natálio; Jornal de Uberaba, p.6 - Geórgia Santos, 27/06/2009)

Creche noturna incentiva pais a voltar aos estudos

Uma escola de Alfenas, no sul do estado,! implantou uma creche noturna para auxiliar o retorno dos pais aos estudos. De acordo com a gestora voluntária do Programa Brasil Alfabetizado, Tani Rose Ribeiro Teret Moraes, um grupo de mães do bairro Santa Luzia, em Alfenas, a procurou no início do ano, interessadas em voltar a estudar, mas impossibilitadas porque não tinham com quem deixar os filhos. A partir da demanda, foi criada a primeira Sala de Apoio (creche noturna) da cidade. Atualmente, cerca de 80 crianças, de oito meses a 14 anos, freqüentam as Salas de Apoio, que foram ampliadas para mais escolas da cidade. Meninos e meninas brincam e participam de diversas atividades, acompanhados por monitores, enquanto seus pais estudam em outras salas da escola. A gestora Tani Moraes observa que após a implantação do projeto, o ambiente escolar ficou mais familiar, agradável e tranqüilo. Além disso, ela ressalta que nas escolas onde acontece o projeto não foram registradas desistências dos alunos. (Hoje em Dia, p. 5 - Margarida Hallacoc, 29/06/09)

Pesquisa identifica necessidade de que o Bolsa Família garanta o Ensino Médio

Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) chegou à conclusão de que dificilmente o Bolsa-Família será capaz de retirar seus beneficiários da pobreza a longo prazo. A pesquisa Mobilidade Social no Brasil: o papel da educação e das transferências de renda foi elaborado por Rafael Osório, pesq! uisador do Pnud, e por Marcelo Medeiros, do Ipea. A partir de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os pesquisadores fizeram uma simulação do que ocorreria se o Bolsa-Família fosse implantado em 1976, garantindo que todas as pessoas em idade escolar na época concluíssem ao menos o Ensino Fundamental, principal etapa do ensino coberta pelo programa do governo federal. O resultado mostrou que 30 anos depois, em 2006, a parcela da população pobre cairia de 25% (índice real) para 22,3% (índice simulado). “Os dados mostram que, se o Bolsa-Família fosse perfeito, além de boa política educacional, garantindo Ensino Fundamental para todos, poucas pessoas sairiam da pobreza porque educação primária não promove mais mobilização social”, diz Ozório. A principal recomendação da pesquisa é que o governo amplie o programa, garantindo mais fortemente a cobertura do Ensino Médio - período escolar em que a taxa de matrículas cai três quartos em relação ao Ensino ! Fundamental. (Estado de Minas, p. 3 - Renata Mariz, 29/06/09)

Conferência prepara Estado para o encontro nacional. Municípios têm que realizar suas conferências até dia 30

 

A Assembleia Legislativa está organizando, em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) e com o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca), a VII Conferência Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente. O evento será realizado entre 31 de agosto e 2 de setembro.  O objetivo é elaborar propostas de diretrizes da política nacional de promoção, proteção e defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, além de encaminhar sugestões e eleger delegados para a VIII Conferência Nacional, a realizar-se em Brasília, entre 7 e 10 de dezembro.

 

Poderão participar da conferência estadual representantes escolhidos em conferências municipais, que devem acontecer até o dia 30 de junho. As assembleias destas conferências deverão produzir um relatório de suas deliberações e enviá-lo ao Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente até o dia 17 de julho.

 

O tema central da conferência estadual, este ano, será “Construindo Diretrizes da Política e do Plano Decenal”. Durante o evento, o tema será discutido em cinco eixos orientadores, que são: promoção e universalização dos direitos em um contexto de desigualdades; promoção e defesa no enfrentamento das violações de direitos humanos de crianças e adolescentes; fortalecimento do sistema de garantia de direitos; participação de crianças e adolescentes nos espaços de construção da cidadania; e gestão da política.

 

 

 

 

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Palestra na Escola Estadual Aurélio Luiz da Costa em Uberaba

O Deputado Fahim Sawan fez mais uma palestra, dessa vez em Uberaba na Escola Estadual Aurélio Luiz da Costa. Fahim foi recepcionado pela diretora Cidnéia que não só agradeceu ao Deputado pela palestra como também pelos benefícios que a Escola conquistou por intermédio de Fahim.

Confiram as fotos:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Confiram as fotos da palestra na Escola Estadual Rotary de Araxá

O Deputado Fahim Sawan fez palestra ontem (25) em Araxá, na Escola Estadual Rotary e foi recebido pela diretora Sebastiana, e pela vice diretora Didi. 

Confiram as fotos: